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Nós, as estrelas

>> quarta-feira, janeiro 20, 2010

Neste início de ano acontecimentos tristes atingiram nossa caminhada. Mais um ente querido nos deixou. Em menos de 1 mês sofremos duas perdas importantes.

Vemos o Brasil e mundo abalado pelos desastres que afetaram milhares de famílias. Vivemos nossa tragédia particular e coletiva sem saber a causa de tudo isso.


Para que estamos aqui? Para onde vamos depois de passar anos de alegrias e de tristezas? Por que não conseguimos aceitar o peso do tempo? Em quem acreditar?

Admiro aqueles que conseguem sabiamente passar por estes infortúnios sem se deixar abater definitivamente por essas loucuras ocasionadas pela força da vida... Ou da morte.


Toda a luta pela existência não pode terminar apenas com o nosso desencarnar, pois não teria lógica nos materializarmos em carne e osso para findarmos como carcaças consumidas pela terra. Busco esse sentido para continuar a minha jornada. Quero me lançar para grandes realizações e descobrir a minha missão como essa mulher que sou.

Espero que todos consigam evoluir para que sejamos estrelas nessa vida. Desta forma brilharemos e seremos luz para a humanidade. Boa vida pra você.

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Uma rosa se foi...

>> sexta-feira, dezembro 18, 2009



A morte é uma passagem. É o que algumas pessoas espiritualizadas afirmam. Mesmo sabendo que essa é a única certeza que temos desde o dia em que nascemos, nunca estaremos preparados para encarar a perda de um ente querido.



Quando se é criança e alguém próximo a nós morre, não entendemos a causa da tristeza dos adultos. Aí viramos adultos e passamos a sentir na alma a dor do luto. Hoje meu tio mais velho faleceu pela manhã e um troço muito esquisito aperta o meu peito até agora. Eu vi o meu pai chorar um choro tão doído... Olhei para ele no exato momento em que ele desabou. Eu quis tirar a dor dele, logo eu que sempre fui a protegida. Como eu poderia confortar quem sempre me socorria nas horas mais adversas da vida?


Já não sou mais uma garotinha e o meu pai envelheceu... Eu temo o dia em que chegar a minha vez de perdê-lo para o céu. Até lá espero saber amá-lo como ele realmente merece e retribuir toda a vida que ele deu por mim.


Que os Anjos do céu venham ao nosso encontro nesse momento difícil e derramem o bálsamo do amor perfeito e da misericórdia de Deus sobre nós. Saudades tio Adail ...

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OBITUÁRIO DO AMOR

>> quarta-feira, dezembro 03, 2008

Tudo começou numa explosão. Dizem que foi o amor o grande autor do big-bang. Correntes religiosas cristãs afirmam que Deus é o amor desde sempre e que Ele disseminou o amor em toda a sua criação.
De qualquer forma o amor é explosão. Não se sabe exatamente o tempo de existência do amor, mas ele tem várias idades. Crianças, bichos, jovens, adultos, velhos, ladrões, terroristas, santos e a pior escória de pessoas têm gravado em seu D.N.A. a capacidade para amar.
Até aqui o amor construiu pontes, histórias fantásticas, uniu pessoas, curou enfermidades, superou barreiras intransponíveis. Enfim, é uma lista interminável de realizações absolutamente importantes para a evolução da humanidade.
O maior deles foi o sacrifício perfeito de Jesus, um homem que só viveu para falar do amor de Deus. Ele sofreu tortura, traições, decepções, ingratidão e terminou crucificado por causa desse amor imensurável pelos homens. Um amor exagerado e maravilhoso que dividiu a história em antes e depois de Cristo.
Mas o amor envelheceu. Andou mancando a passos lentos e usava bengala. Contraiu todo o tipo de doenças e esteve sempre precisando de aparelhos para respirar. Em pleno século XXI o amor morre. Ele estava só sem cuidados de ninguém. Apelava para as pessoas e nenhum olhar se volveu para aliviar suas dores. Então agonizou em seu leito, suspirando profundamente toda a vida que deixava para trás. Num lamento silente e ensurdecedor o amor sucumbiu.
Nem lágrimas, nem velas. Todos enterraram o amor sem rituais solenes, sem considerações, sem dor.
O amor não deixa herdeiros nem parentes, apenas relega ao coração da humanidade o sonho mais perfeito: o verbo amar.

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Outra oportunidade

>> segunda-feira, julho 14, 2008




Será que sempre teremos outra oportunidade? “Eu tive uma chance de falar a alguém sobre meus sentimentos e não fui feliz. Se tivesse uma nova oportunidade, certamente não a deixaria escapar”, disse um jovem conhecido. Penso que nessa vida somos peregrinos no amor até que se esgotem todas as nossas possibilidades; e isso só acontece quando morremos. Quem ainda não passou pela situação de ‘perder’ a chance de dizer o que sente a uma pessoa? Se ainda não foi desta vez, acalme-se. Acredito muito no poder que temos de atrair para nós o que de fato tem de fazer parte do nosso destino.
A vida não é um esboço, mas a arte final. Contudo não desistamos se a nossa pintura ficou muito úmida por termos usado muita tinta. Deus nos dá a graça de acordarmos e viver num novo dia cheio de possibilidades. Eis a nossa chance de fazer melhor o que não ficou bom no dia de ontem. Porém precisamos de maturidade para perceber no que devemos insistir. Há coisas que não valem mais à pena, nos desgastam muito e não nos darão felicidade alguma em lutarmos por elas. Aí a razão tem de imperar.
As emoções são maravilhosas, mas maquiam os verdadeiros sentimentos. Quando não deu certo na 1ª, na 2ª e na 3ª vez e você estiver se sentindo mal por isso, analise se é realmente o que você quer. Cuidado com os caprichos! Eles são tendenciosos e no fundo não nos dão a lógica cabal que precisamos para nos sentir satisfeitos. Se houver outra chance, tente, mas tente ciente do seu verdadeiro desejo. Na maioria das vezes teremos outras oportunidades, é só agir com sensatez e coragem.

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Desencontro

>> quinta-feira, julho 03, 2008


Ele saiu assim sem perguntar nada. Ficou resignado pela atitude dela, mas já não adiantava qualquer palavra. Fez de tudo pra dar certo e acabou assim. Novamente iria consolar suas mágoas de amor nas notas da flauta chorosa de Pixinguinha.
Quando termina um amor, morre também um pouco da gente. Mas o coração é um bicho que vive dentro do peito, fala só, pensa só, sente só, e, se regenera. É por isso que já teve cem amores. Putas, donzelas e casadas. Prazeres que nenhuma mulher entenderia. Maduro, ele queria mesmo era um único amor para amar verdadeiramente. Amar de carne e mente. De corpo e alma. Ela não acreditava. Pensou que seria mais uma aventura, uma mulher e nada mais. Parece que essa vida todo mundo só quer acumular. Parece? Seria mais uma com certeza. Desse mais subtraidor bastava. Amor de verdade só na lua com um e.t.
Ela não acreditou. E o amor... Bem o amor ficou apodrecendo dentro dos dois, assim como dentro da gente.

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Borboleta de sete vidas(atualizado)

>> segunda-feira, dezembro 24, 2007

Decidi começar a escrever nesta tarde de 27 de junho de 2007 quando lia o livro “Clarice Lispector Jornalista”. É fato que a leitura me motivou um pouco, mais ainda, por causa de uma pequeninha borboleta de asas cinzentas e delicadas, que morreu bem pertinho de onde eu estava acomodada para ler. Observei aquela cena e logo fui verificar se realmente ela já não vivia, pois estava cercada de formigas que, para transportar o cadáver, faziam movimentos como se a pobre borboleta estivesse ainda tentando sair daquele ataque. Estava morta sim.
Imaginei o quanto este pequeno inseto teria vivido o que conseguiu fazer em sua breve existência, além de ter embelezado por alguns dias o jardim da minha mãe.
Todas as tarde várias borboletas se reúnem no caule da goiabeira do nosso quintal. É como se vivessem em comunidade. Não sei se elas vivem assim. Por vezes parecem ser tão solitárias, tão belas e únicas. Juntas com o bater das asas e trocando de lugares como que numa brincadeira, elas ficam desse modo curtindo os últimos raios de sol da tarde.
As borboletas deveriam ter sete vidas como os felinos. Elas mereceriam porque são menos astutas que os gatos e porque são lindas e frágeis, além de passarem por um processo demorado e doloroso para se tornarem finalmente borboletas.
Gosto de borboletas porque são livres, são leves. Talvez quisesse ser uma apenas por um dia, e que não fosse o último de uma borboleta que depois fosse devorada por formigas gulosas. Mas não saberia voar, teria receio da liberdade e talvez não saísse da primeira flor que eu encontrasse. No entanto lembro que borboletas não pensam. Melhor seria, pois preciso não pensar. Preciso ser leve, preciso voar de verdade. Quero me atirar do andar de cima da minha casa, não para morrer. Quero me atirar para a vida, assim como uma borboleta faz sem ter consciência disso. E as minhas longas asas seriam bastante coloridas de azul, vermelho, amarelo, lilás e verde. Puxa, eu seria uma belíssima borboleta de sete vidas!!

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Alma não morre

>> segunda-feira, abril 09, 2007


Tempestades sempre acontecem no nosso copo de água.É inevitável, por vezes, mantermos o controle de td.Ah como seria bom se assim o fosse.Mas é esta a nossa eterna lida enquanto vivos.N desistir de buscar o equilíbrio.
Nessas duas últimas semanas andei balançando um pouco em duas pernas e sob uma cabeça q n pára de pensar. Refleti mto a respeito de convivências doentias q nos perseguem, sem q percebamos o mal q acontece em nós enquanto o "outro", age emitindo energias negativas sobre nossa alma. O pior q essas pessoas primeiro sugam vc, e só depois de mto tempo vc vai ter os sintomas dessa vivência cheia de vícios.
É assim q acontece. Cuidado, pois vc pode estar sendo alvo de alguém q n te quer bem, q te inveja, q te copia, q rouba tuas idéias, teu jeito, teu brilho, tua personalidade, teu sorriso, tua saúde.
Fiquei transtornada e adoeci.Só hj consegui ver melhor as coisas a minha volta.Ainda bem q a luz está de volta.Ah Deus como te agradecer por tantas graças?Deste-me tantas coisas boas esse ano.Pessoas e sentimentos bons q eu nem imaginava ter.Surpreendeste-me com incríveis momentos de pura alegria e me fez viver o êxtase de sentir a vida em perfeita plenitude pulsando nas minhas veias, no meu coração.
N vale a pena ter a alma pequena.Tu és mto mais do que conhecemos.És maior q qualquer dificuldade, q qualquer obstáculo.
Acordei com isso na cabeça, havia me esquecido.
A semana promete ser árdua, mas n fraquejarei diante das dificuldades porque Tu estás a me segurar.
Quanto as pessoas ruins, fica a recomendação de que as perdoemos e tenhamos a certeza de que nossa essência ngm rouba, ngm fere, pois a essência de que falo é a alma
e a alma ninguém mata.

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