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A Sala de Justiça

>> sábado, novembro 28, 2009

Reginaldo(personal sextrainer); Ricardo(nascido em Pau Grande, dizendo ele); Lívia( musa loira emergente); Rafael( eterno representante de turma); Vanessa (assessoria para assuntos diversos); Geórgia (Mermã de Mirador).





Olá pessoas amadas que lêem este humilde e despretensioso blog!

Quero apresentar a vocês uma turma que arrasa nos estudos do Direito no CEUMA III.

Para eles em segundíssimo lugar estão as jurisprudências, os códigos, as doutrinas e, em primeiro, os costumes.

Costumes de se divertir, de sair pra beber, de dançar até o chão, de curtir amores, de viajar para nobres interiores, como Mirador (Geórgia) ou Grajaú (Rafael), e de simplesmente aproveitar o que a vida tem de melhor.


Para essa turma que se conheceu e se aproximou nas angústias das exigências sapienciais e jurídicas do curso, o que importa é a solidariedade.

Após o famigerado e fraudulento Provão, a união vai fazer a diferença para superarem as provas substitutivas. E por isso eles se reúnem com o propósito de pensarem estratégias, em salas vazias da instituição, para tirarem 10 nas avaliações. Muhuhahahahaha!!!

Posso dizer que eles já são 10 em matéria de descontração, de autenticidade, de alegria e de amizade.

Queridos nós vamos Vencer!!!



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Psicologia da justiça

>> terça-feira, setembro 30, 2008


Será que podemos ser tratados com justiça independentemente de nossa vontade?

Aristóteles em Ética a Nicômano, livro 5 nos diz:

“É realmente possível sofrer injustiça voluntariamente ou, ao contrário, sofre-se a injustiça sempre contra a vontade, da mesma forma que toda ação injusta é voluntária? E sempre se sofre a injustiça voluntariamente, ou sempre contra a vontade, ou ora de um modo, ora do outro?”

Pode acontecer, mesmo que nossa vontade busque ou não a justiça por meio do caráter em algo que fazemos para nós.
É difícil definir o agir justamente e fazer uma ação justa. No agir é a nossa disposição interior é que delineia a justiça. É o estado interior, a mente e o coração se harmonizam para atingir o equilíbrio. Aí vemos que existe o sujeito que é justo e aquele que apenas por acaso faz ações justas. A justiça de uma atividade é dependente de quem a origina.
É impossível também ser tratado injustamente de maneira voluntária. Ainda que um agente insano conseguisse persuadir outra pessoa a fazer algo injusto consigo, a justiça da ação dependeria do agente em si, e não de quem sofre os efeitos da ação.
As ações justas ou injustas sempre vão depender de quem as realiza e não das pessoas que sofrem os efeitos.
Pensei nisso hoje. Pensei em agir motivada por um acesso quase incontrolável de emoções destrutivas. Mas nada vai depender de minhas deliberações. A justiça se enraíza no coração. Não tem jeito. A verdadeira justiça nasce da alma. É a sensibilidade, a intuição, o conhecimento interno e externo que formam um bom julgador.

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