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A Sala de Justiça

>> sábado, novembro 28, 2009

Reginaldo(personal sextrainer); Ricardo(nascido em Pau Grande, dizendo ele); Lívia( musa loira emergente); Rafael( eterno representante de turma); Vanessa (assessoria para assuntos diversos); Geórgia (Mermã de Mirador).





Olá pessoas amadas que lêem este humilde e despretensioso blog!

Quero apresentar a vocês uma turma que arrasa nos estudos do Direito no CEUMA III.

Para eles em segundíssimo lugar estão as jurisprudências, os códigos, as doutrinas e, em primeiro, os costumes.

Costumes de se divertir, de sair pra beber, de dançar até o chão, de curtir amores, de viajar para nobres interiores, como Mirador (Geórgia) ou Grajaú (Rafael), e de simplesmente aproveitar o que a vida tem de melhor.


Para essa turma que se conheceu e se aproximou nas angústias das exigências sapienciais e jurídicas do curso, o que importa é a solidariedade.

Após o famigerado e fraudulento Provão, a união vai fazer a diferença para superarem as provas substitutivas. E por isso eles se reúnem com o propósito de pensarem estratégias, em salas vazias da instituição, para tirarem 10 nas avaliações. Muhuhahahahaha!!!

Posso dizer que eles já são 10 em matéria de descontração, de autenticidade, de alegria e de amizade.

Queridos nós vamos Vencer!!!



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O UNO UNE

>> quarta-feira, abril 08, 2009



Já virou rotina passar pela praça de alimentação do Centro de ensino universitário do Maranhão-UNICEUMA, campus III, e flagrar uma reunião interessante de alunos em torno de uma mesa, unidos e compenetrados, movidos por uma causa justa e social: o UNO.
UNO é um jogo antigo e muito conhecido, que foi revigorado pelo movimento dos estudantes de Direito do 5º período da mencionada faculdade. As manifestações de apoio se alastram pelos corredores e salas de aula. Opositores, intrigados com a grande aceitação da ‘onda Uno’, acusam os estudantes de terem transformado a faculdade num cassino a céu aberto. “Puro despeito da oposição!”, diz um integrante do movimento que preferiu não se identificar.
Acompanhei de perto e investiguei a fundo a formação da “onda UNO”. A fundadora do movimento, Kadine, disse que na verdade ela não esperava tal repercussão e defendeu o objetivo pedagógico e social do jogo. Ela afirma que o “UNO une as pessoas e, além disso, tem uma metodologia complexa que aprimora a coordenação motora e o raciocínio do estudante.” Kadine garante que depois de algumas partidas, o aluno se sente mais preparado para apreender as lições jurídicas.
A coordenadora da “onda UNO”, Letícia Tailane, faz uma advertência, “o jogo pode viciar”. Por isso, recomenda-se ao iniciante que vá com calma, pois poderá sair prejudicado no processo, podendo sofrer os efeitos colaterais. No efeito suspensivo, o aluno sentirá uma leve ausência da realidade e confusão mental durante as aulas de direito. Quando esse efeito for devolutivo, ele terá como sintoma uma vontade irresistível de ser devolvido da sala de aula a uma instância inferior, ou seja, a praça de alimentação, que fica no térreo do estabelecimento de ensino, para assim continuar a jogar por horas ininterruptas.
Alguns professores manifestaram timidamente vontade de jogar, mas têm medo de se envolver no movimento. É irresistível!
Contudo, os benefícios do jogo se sobrepõem a qualquer argumento contrário a sua prática. A jogatina é do bem, segundo o resultado da pesquisa encomendada pela Consutoria sentimental.
Eu joguei e gostei do negócio! Constatei que o Uno é uma atividade de impacto na sociabilização de grupos e fiz novas amizades. A sorte de principiante fez com que eu ganhasse duas partidas e me sentisse inserida em um mundo de mil possibilidades coloridas. Se você quiser entrar em contato e saber mais sobre o assunto, fale com Évyla ou Wesley, do 5ºpériodo de Direito vespertino do Ceuma III, assessores do movimento.

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BEIJAR PASSA GRIPE?

>> quarta-feira, outubro 08, 2008



O casal muito simpático L. e O.R. afirma que quando se trata de paixão, não.
Foi assim que o romance deslanchou. Após inúmeras barreiras, falsas amizades, mentiras e desencontros eles finalmente solidificaram o sentimento que tinham um pelo outro. Conto assim romântico porque foi assim. Passei uma tarde inteira na companhia desse adorável casal conversando sobre coisas do coração. Nada melhor pra relaxar da famigerada prova de processo civil (não estudei, que vexame!).
Então L. e O.R. se conheceram na faculdade de direito e logo os anjinhos deles fizeram amizade. Eles aprenderam que o mundo não é cor-de-rosa, que existem ladrões de bons sentimentos e que nessa vida tem de se confrontar as verdades. Olha o famoso princípio do contraditório aí gente!
A O.R. é uma garota linda, cativante, meiga e, segundo L., birrenta. Ela declinou do convite de namoro do nosso amigo L. 2 vezes, mas ele foi perseverante, teve paciência e interpôs todos os recursos possíveis para reformar a decisão dela. Ele diz que ela é meio esquisita. RS.
Um ariano que não gosta de meios termos e uma pisciana apaixonada. Que coisa! Mas essa história e seus detalhes só vêm a enriquecer o mundo dos românticos que acreditam em namoros cheios de coraçõezinhos flutuantes pelo ar.
No corredor da faculdade, os dois foram tomar água. Na verdade foi uma desculpa esfarrapada para ficarem sós, longe da coletividade que sempre os acompanharam. A princesa deste conto real O.R. estava hiper gripada. Ela bebeu primeiro. E L. galanteador, aproveitou a deixa e perguntou: “Beijar passa gripe?” Não lembro bem da resposta dela, mas ele quis logo a práxis da coisa e tascou um super beijo nela.
Apesar da O.R. não ter acreditado nas propostas honestas do L., ele provou e a convenceu de que seriam felizes juntos.
Acho que são e acho que essa história pode ser levada até a nossa graduação, ao altar, aos filhos, à plenitude de amar.
Sejam felizes! Atchimmmmmmm!!! Saúde!

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