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Simplesmente PALLOMA SODRÉ

>> sexta-feira, outubro 02, 2009



Ela tem 19 anos, é estudante de nutrição, tem belíssimos cabelos naturalmente lisos, é inteligente e tem uma beleza muito autêntica.



A Palloma Sodré sempre dividiu comigo as experiências afetivas dela. Existe uma que a intriga bastante e que vamos contar pra vocês aqui. Lógico, com o consentimento dela.



Faz um tempinho que ela é assediada por um rapaz de 24 anos, advogado e muito bonito. O problema é que ele tem namorada de longas datas e, apesar disso, tenta se relacionar com a Palloma paralelamente.



Ele chegou a dizer que ficar com ela e com a namorada, não tem nada haver e que as coisas poderiam se ajustar dessa maneira, perfeitamente, na opinião dele.



O certo é que ele sente uma atração avassaladora pela Palloma, mas não deixará a namorada por nada.



Essa história começou com uns “ficas” em cinemas e tal. Só que não vingou como um namoro, e hoje, o carinha tenta a todo custo tê-la como a “outra”.



É difícil compreender essas atitudes de algumas pessoas, que conseguem separar sentimentos e trair naturalmente sem nenhuma ressaca moral. Do contrário, as traições são uma forma de “renovação” no pensamento dos infiéis. Não ignoramos que aventurar é bom demais, mas aventuras precipitadas sem o mínimo de responsabilidade com os sentimentos dos outros, é egoísmo e prova de imaturidade afetiva.



Ele brinca com a namorada e com todas as demais garotas, na conclusão de Palloma.



É o que parece realmente. E como fazer diante disso?



Palloma que tem uma personalidade marcante, não se sujeitou a estar com ele nessas condições e soube defender seus princípios, mesmo diante de tanta pressão dele.



Aprecio a decisão dela. Não podemos viver com migalhas de amor, quando podemos ter ele inteiro e completo. Penso que se nos amarmos e respeitarmos nossas características, perdoando os defeitos, saberemos escolher o melhor pra gente.



Tudo vem de dentro de nós. O mundo é uma exteriorização do que pensamos e somos.



Por isso a Palloma conduz tão bem as decisões dela, ainda que haja muitos pretendentes (como de fato acontece), e não se deixa vitimar pelos outros.



É o que devemos fazer sempre diante dessas pedrinhas incômodas no caminho. Ao invés de pisar nelas e machucar os pés, gentilmente fazemos a escolha de desviar dela, ainda que tenhamos que andar mais. Dessa maneira poderemos seguir o nosso caminho com a habilidade de superar as dificuldades.





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Desenlace matrimonial

>> segunda-feira, março 02, 2009


Ela ainda não se acostumou com as complicações do amor. Depois de 5 anos juntos, já não sabia se queria realmente casar com ele ou não. A rotina, segundo ela, é a grande vilã da história, além da falta de paixão como a que sentiam um pelo outro no início do relacionamento. “Será que vamos dar certo juntos?”- pergunta ela a si própria constantemente, querendo encontrar um argumento cabal para encorajá-la a terminar tudo de uma vez. Já não tinha forças para qualquer iniciativa e por isso tinha deixado as vontades mais íntimas seguirem o rumo das circunstâncias sociais. Todos esperavam que aquele casal consagrasse a união como recomendava a etiqueta. Tudo pronto, igreja, buffet, festa, arroz e a lua de mel em Paris, um sonho!
“Qual a noiva que não gostaria de viver esse momento?”, dizem as melhores amigas que suspiram pelo belo noivo dela.
Casamento se desfaz até no altar, mas seria o cúmulo do desrespeito com o ex-quase-futuro-homem-da-vida-dela. Ela mesma não gostaria de passar por esse constrangimento.
Faltam 7 meses para decidir. Ela se contorce toda quando pensa que acabou o conto-de-fadas e custa acreditar que a paixão arrebatadora de antes tinha acabado.
Continua vazia de amor e cheia de medo de ser feliz. Ninguém pode fazer nada se não ela mesma. Suspira pelos cantos olhando para a aliança, numa súplica silente para que algo exterior a ela aconteça e encerre essa angústia devastadora.
Ela não ama mais.

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Bauzinho de memória

>> terça-feira, janeiro 13, 2009

A maioria das pessoas começa o ano tomando decisões importantes. Comigo não está sendo diferente. As decisões sempre implicam uma ruptura com algo. Eu rompi. Mas não é tão mágico assim. As coisas precisam de tempo para tomar seus novos lugares. E tudo é um processo, doloroso às vezes. Estou mudando de casca e dói.
Não esperei o ano começar pra fazer isso, não tem nada a ver com o ‘rito de passagem’. É que as circunstâncias me forçaram a isso e porque o tempo é tão precioso, não quero perdê-lo protelando situações contraproducentes. Algumas coisas se perdem pelo caminho, outras preferem ficar e outras eu escolho esquecer mesmo.
Acho que alguém vai pro meu bauzinho de memória. Lá é legal. Só que raramente visito esse lugar. Prefiro ter meu pé fincado no presente, é mais interessante. Sempre respirando fundo.
Sou tão pequenininha ainda... como gostaria de ser grande e de me lançar no infinito. Abro o meu coração, abro a minha alma, o meu corpo, a minha mente. Quero explorar a minha capacidade imensa de amar. Admito isso e assumo o compromisso de me permitir.
A partir de hoje eu me permito.

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